Passavam poucos minutos das 7.30 da manhã e, junto à doca de Matosinhos, o atacante brasileiro foi intercetado numa operação stop.
Mostrou os documentos da viatura mas não a carta, que não possui. O facto de estar a conduzir indevidamente obrigou-o a comparecer ontem em tribunal, ao início da tarde, onde viu o processo suspenso por não ter cadastro.
Ficou, no entanto, avisado que se não regularizar a situação, ou seja, se não tirar a carta, será sujeito a uma medida pesada, que passa pela punição com horas de trabalho comunitário.
Kelvin, que pagou uma multa de 500 a 600 euros, abandonou o tribunal de Matosinhos escondido, mas a sua conduta imprópria não vai passar em claro no FC Porto.
