O nome de Kelvin, jogador em alta depois dos golos que apontou e que valeram os triunfos da formação principal frente a Sp. Braga e Benfica, não tardou a surgir na conversa, mas Rui Gomes logo tratou de lhe juntar outros nomes da formação principal que lhe passaram frequentemente pelas mãos no decorrer da época.
“O Kelvin é um dos bons exemplos que justificam a importância da equipa B, mas não é o único. Quanto a essa migração da equipa A para a equipa B, eu gostaria de lembrar o Fabiano, que fez alguns jogos por nós e que, quando foi chamado à equipa A, em jogos de responsabilidade, deu uma excelente resposta. Gostaria de lembrar também o Abdoulaye, que teve de ser chamado à equipa A em determinados e importantes momentos e também deu uma excelente resposta; o Quiñones, que foi chamado à seleção principal da Colômbia essencialmente à custa daquilo que foi conquistando aqui, e o próprio Iturbe que também jogou aqui e que agora está noutro patamar competitivo, pois está a jogar na Argentina”, enumerou Rui Gomes, de 43 anos, concluindo assim: “Eles não vieram melhorar absolutamente nada como jogadores, mas a equipa B permitiu que eles pudessem ganhar outro nível de confiança e que estivessem mais preparados quando chegasse o momento de terem de corresponder e render.”